segunda-feira, 10 de abril de 2017

RETIREI O EXCESSO DA MINHA MOCHILA.


Nunca fui um cara bom pra fazer as malas. Sempre tinha aquela sensação de que estava esquecendo alguma coisa, e aí já se sabe né? colocava a casa toda na bagagem, pois não entendia nada sobre necessidades.
E aí, ? O que levar? Se faz frio,se faz calor,se tem festa,se tem jantar, se tem sol, chuva ?
Tem de tudo afinal, o que é necessário para viver? O que você leva em sua mochila?
Que pesos pretende tirar?
Como quer viver?

Para viver, é necessário desapegar e se a mochila pesa, a gente precisa deixar algumas coisas para trás, pessoas também. Sempre  ouvi: leve apenas o necessário.

Depois de um tempo você aprende que o necessário não é muito nem pouco, mas é apenas o necessário, o equilíbrio para ser feliz. Necessário é a coragem para seguir o caminho é Fé para olhar o horizonte, acreditar.

A vida precisa ser vivida, então: excessos à parte. Desapegue de coisas ou pessoas, se apegue apenas a Deus. Coloque a mochila nas costas e aproveite o caminho. Bagagem a gente leva para a vida, o excesso dela deixe para trás, sem dó e aperto no peito.

Os ciclos mudam, as bagagens também. Ninguém precisa de mochila pesada, precisamos do necessário para ser feliz, se isso for pés descalços e cabeça erguida va em frente.

Viver sempre foi uma necessidade, maior do quê qualquer bagagem.

sábado, 1 de abril de 2017

FUI AJUDA-LO A CHORAR

Como anda seu envolvimento com as outras pessoas?
Você é daqueles que se fecha em seus problemas, em suas dificuldades, nem sequer querendo saber se existe alguém à sua volta que precisa de ajuda?
Ou você é daquelas almas que já consegue se envolver com as dores alheias, procurando diminuí-las, ou pelo menos não deixando que alguém sofra na solidão?
Há uma certa passagem que pode ilustrar isso. Foi vivida pelo autor Leo Buscaglia, quando, certa vez, foi convidado a ser jurado de um concurso numa escola. O tema da competição era: A criança que mais se preocupa com os outros.
O vencedor foi um menino cujo vizinho – um senhor de mais de oitenta anos – acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.
Quando voltou para sua casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.
Nada. – Disse o menino – Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter doído muito. Eu fui apenas ajudá-lo a chorar.
*   *   *
A pureza do coração das crianças é sempre fonte de ensinamentos profundos.
Geralmente costumamos dizer que não estamos aptos a ajudar alguém, por não sermos capazes, ou porque sabemos tão pouco para consolar.
Para muitos, essa é uma posição de fuga, uma desculpa que encontramos para mascarar o egoísmo que ainda grita dentro de nossa alma, dizendo que precisamos primeiro cuidar de nós mesmos, e que os outros são menos importantes.
Para outros, isso reflete a falta de esclarecimento, pois precisamos compreender que todos temos capacidade de auxiliar.
Não nos preocupemos se não conhecemos palavras bonitas para dizer, ou se não podemos conceber uma saída miraculosa para uma dificuldade que alguém atravesse.
Nossa companhia, nosso ombro amigo, nosso dizer Estou aqui com você, são atitudes muito importantes.
Muitas vezes, o que as pessoas precisam é de alguém para chorar ao seu lado, para estar ali, afastando o fantasma da solidão para longe, e não permitindo que os pensamentos depressivos tomem conta de seu senso.
Outras vezes, mais importante que os conselhos, que as lições de moral, é o nosso abraço apertado, nosso tempo para ouvir o desabafo de alguém.
Não precisamos ter todas as respostas e soluções dos problemas do mundo em nossas mãos, para conseguir ajudar.
Os verdadeiros heróis são aqueles que ofertam o que têm, o que sabem, e, mais do que tudo, ofertam seus sentimentos, suas lágrimas aos outros.
 Você sabia?
 Você sabia que não precisamos dizer Meus pêsames, às pessoas, quando enfrentam a morte de um ente querido?
O dicionário nos diz que a palavra pêsames, significa pesar pelo falecimento ou infortúnio de alguém. Assim sendo, torna-se um termo muito pesado, já que aprendemos a compreender a morte, não como um desastre, um infortúnio, e sim uma passagem, uma mudança na vida daquele que parte, e daqueles que ficam.
Não nos preocupemos em ter algo para dizer. Um abraço fala mais do que mil palavras. Uma prece silenciosa é como uma brisa suave consolando os corações que passam por esse momento.

domingo, 5 de março de 2017

QUANDO TUDO A FAZER É CAIR DE JOELHOS.


Você já teve uma incrível experiência onde Deus se moveu de uma maneira grande? Tudo parece incrível. Até que de repente, tudo da errado. Aquele incrível bem estar vai por água a baixo , aquele encontro incrível de Deus parece ter desaparecido há muito tempo. O que aconteceu? O mundo real havia chegado - problemas, desafios, turbulências ao longo da estrada, fazendo com que essa experiência de topo de montanha fosse ficando mais distante.



No Evangelho de Mateus, os discípulos de Jesus tiveram uma experiência como essa. Eles haviam sido usados ​​poderosamente por Deus. Então eles encontram um homem que não puderam ajudar. A vida desse homem foi duramente atingida por uma situação perturbadora, era um pai desesperado cujo filho tem sido atormentado por convulsões e ninguém sabia o que fazer. Os discípulos de Jesus não sabiam o que fazer diante da situação. O pai ja estava exausto, estressado e temeroso, então caiu de joelhos na frente de Jesus e desesperado pediu ajuda.

A situação parecia desoladora. E, no entanto, este acaba por ser o momento certo - O ponto de mudança na jornada de fé desse homem. Foi também um ponto crucial na jornada de fé dos discípulos por que eles viram a ação da fé daquele pai.


Muitas vezes, é preciso chegar ao fim de nosso eu para a fé real mudar uma situação real da vida real. Eu não posso dizer-lhe o número de vezes que eu ja me joguei aos pés de Jesus por causa de uma situação por que ja foram muitas. Cair de joelhos, muitas vezes no meio da noite, na madrugada, e em diversos lugares. É nessas vezes que eu sinto que o espírito do Senhor se infiltra. Essa é a esperança que tenho toda vez que me coloco de joelhos. É no ponto em que chegamos ao fim da nossa força, nosso conhecimento, nossas opções - de que Deus realmente pode começar a se mover.



Isso aconteceu na história em que um pai estava perdendo o seu filho. Quando aquela circunstancia da vida quase esmagou esta família, Jesus cura o menino - uma lição aprendida pelos discípulos, também e o mesmo serve para nós. Você já chegou a um ponto de desespero como este pai? talvez você até esteja vivenciando uma situação de muita dificuldade e até lhe parece impossível reverter e se sente até impotente... Será que essa não seria a hora de cair de joelhos diante de Jesus e se agarrar ao Seu poder sobrenatural? Assim como os discípulos não puderam fazer nada, tem coisas que com a gente é assim também. Só Jesus !

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

AJUSTANDO AS VELAS

Estava lendo este texto que diz que todos nós passamos por inúmeras mudanças durante a vida. Nossa vida é dinâmica, é um constante processo de mutação e evolução. Cada vez mais eu entendo que estas mudanças são absolutamente necessárias para que a nossa vida tenha um sentido pleno. Se nunca nos questionássemos, se passássemos a vida inteira apenas fazendo exatamente a mesma coisa todos os dias, chegaríamos ao fim dos nossos dias com uma sensação terrível de não ter vivido, e não existe sensação pior do que essa.

Quero hoje lhe levar a refletir um pouco sobre isso, a partir de uma belíssima frase do pensador e filósofo chinês Confúcio. “Você não pode mudar o vento, mas pode ajustar as velas do barco para chegar onde quer” Confúcio . Essa frase é de uma profundidade incrível. Ela está nos dizendo que durante a nossa vida nós temos muitas rotas, mas apenas um único caminho, um único destino, que é a nossa felicidade e realização pessoal. No fim das contas, todas as nossas experiências nos levam a esse caminho em busca da realização. É comum haver desvios durante esse caminho, e precisamos estar sempre atentos para ajustar as nossas velas para que o destino final não seja comprometido pela força do vento.

O que seria esse vento? Esse vento são as adversidades, os problemas, os medos, as tristezas, os receios, tudo aquilo que nos desvia do nosso maior objetivo. Ter essa consciência de que o vento sempre estará soprando e pronto para nos desviar nos ajuda nessa atenção. Tomo a minha própria experiência.

Eu já tive e continuo tendo muitas mudanças na vida, mas em todas elas, eu tenho procurado me manter bem atento, principalmente com relação ao meu comportamento e sentimentos. Sou um rapaz bastante intuitivo e percebo em mim de forma relativamente rápida quando algo não está indo bem ou na direção que deveria ser. Nessas horas eu faço o que recomendo a todos e a você que me lê agora, eu paro, respiro fundo, me aquieto, passo a olhar com mais atenção as pequenas coisas que me rodeiam, a natureza, o céu, lembro os caminhos que trilhei até o momento presente, lembro as pessoas que me ajudaram para que tudo desse certo, lembro as dificuldades que tive até chegar onde estou etc etc.

A grande questão é estar em paz consigo mesmo. Essa tranquilidade nos faz refletir e tomar uma decisão mais acertada, ou seja, esse tempo de parar para refletir é o tempo mais que necessário para o ajuste das nossas velas, entende? Passado esse tempo, o vento continua a soprar e soprar forte, mas se estivermos atentos, ele vai estar nos direcionando para onde realmente devemos ir. Assim, tudo se torna mais simples, mais sereno. Porém, sempre devemos estar alertas, pois, como sabemos bem, o mar pode tornar a se agitar e os ventos podem nos empurrar para fora do nosso destino, mais uma vez é preciso parar, silenciar, para ajustar as velas novamente, num processo que nunca para, pois essa é a dinâmica da vida.

Que você também reflita sobre essas poucas palavras e se mantenha sempre atento, para que as velas do seu barco estejam ajustadas na direção que lhe levará à sua realização pessoal, à sua felicidade, à sua plenitude…

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

O TRAÇO ENTRE AS DATAS.


Fui no funeral de um amigo, lá no cemitério vi as datas gravadas nas lápides e senti de falar um pouco ao público. Antes, observei que primeiro vem a data de nascimento e, já com lágrimas, vi também a data seguinte.
Mas, o que eu iria falar?
O que me chamou a atenção foi o Traço. Traço entre as datas, achei que isso era importante. Na verdade o Traço é o muito importante.
O Traço entre esses anos.
Esse Traço representa o tempo. O tempo que ele viveu e como viveu aqui.
E agora, apenas aqueles que o amavam, sabem o que aquela pequena linha que separa as datas, vale .
Pois não importa, o quanto possuímos ou o que possuímos. O que importa é como vivemos ou seja, como nós gastamos o nosso Traço.
Continuei falando e também chorando.
-Há coisas na vida que você precisa mudar? –perguntei, o silencio predominou... Continuei.
- Pois você nunca saberá quanto tempo ainda tem, até voltar a ser o que era antes e deixar sua memoria no Traço.
Como será lembrado quando alguém olhar o seu traço entre as datas? Fiz outra pergunta que se estendia a mim também.
- Se fossemos atenciosos o suficiente para considerar o que é real e verdadeiro, e sempre tentar entender o modo como as outras pessoas se sentem, como elas estão, e ser menos rápido para se enraivar com bobagens, e demostrar mais interesse por quem amamos e o quanto queremos o bem delas, e ser mais gentil, e ser honesto, e ser fiel, e ser o motivo delas serem felizes.
Se tratarmos uns aos outros com respeito, e com mais um sorriso, e com mais um abraço...Lembraremos desse traço de forma mais especial pois não é o seu nascimento ou morte que mais importa, mas como você gasta Cada ano que passa.
Enfim, calei. Achei que deveria encerrar a fala e deixar meu amigo ir. Afinal, eu ainda tenho que concluir o meu Traço e deixar uma boa lembrança sobre mim gravada entre as datas da lápide.

sexta-feira, 11 de março de 2016

O QUE NOS SUSTENTA QUANDO PRECISAMOS PASSAR POR MOMENTOS DIFÍCEIS ?

“Sei que a bondade e a fidelidade me acompanharão todos os dias da minha vida, e voltarei à casa do Senhor enquanto eu viver.”
 (Salmos 23.6)


Viktor Frank, psicólogo judeu que sobreviveu aos campos de concentração nazistas, escreveu uma obra cuja questão central é esta. Ele fala do valor da esperança e da necessidade de se acreditar no amanhã. O que nos sustenta são nossas certezas quanto a vida e o que nos destrói é a falta delas. Para sermos felizes precisamos de boas certezas. O salmista as tinha.

Não se tratavam de pensamentos positivos, de ilusões juvenis ou ingenuidades. Ele tinha certezas de fé referentes a Deus. Estava completamente seguro de que a bondade e a fidelidade de Deus o acompanhariam todos os dias de sua vida e para sempre estaria em Sua presença. Esta é uma das certezas cristãs para a vida. Ela não se firma em nós porque sabemos algo ou lemos determinado livro. As certezas sobre Deus que sustenta a vida nos momentos em que ela mais corre risco se firmam no cotidiano, no exercício da fé e na experiência com Deus. Vêm como decorrência de muitas orações, algumas respondidas e outras não. De dúvidas que levam tempo para se diluírem e exigem momentos a sós com o Pai, de conversas conosco mesmos e da escolha de continuar crendo. Num mundo que se esqueceu de Deus, aqueles que carregam certezas sobre Ele não as obtiveram no simplismo religioso.

Se queremos ser felizes precisamos ir além de nossas rotinas religiosas, pois precisamos nutrir certezas que nos sustentem diante dos revezes, altamente possíveis, da vida. Por isso não passe um dia sequer sem conversas de fé, com Deus e com pessoas. Exercite-se espiritualmente tomando decisões em função de valores do Reino de Deus, como amor, fidelidade, pureza, humildade e tantos outros. E assim, dia a dia, a presença de Deus será tão certa, que as incertezas da vida não serão capazes de roubar sua felicidade.

terça-feira, 1 de março de 2016

O VALE DE BACCA

"Bem aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração estão os caminhos aplanados, que passando pelo Vale de Baca, faz dele uma fonte"
(Sl 84:5,6)



O Vale de Baca, dependendo da tradução e da edição Bíblica recebe várias denominações: Vale das Lamentações, Vale de Lágrimas, Vale das Bálsameiras e Vale Árido. O termo Baca significa choro, lágrima, talvez seja esse o motivo de alguns estudos ligarem o lugar a um" Vale de Lágrimas" literalmente.
Em Baca o solo era árido e em algumas áreas pedregoso, por sua extensão os peregrinos eram obrigados a cavarem poços para obtenção de água caso contrário nem as pessoas nem os animais suportariam. Alguns já não tinham tanto trabalho, encontravam os poços cavados e cheios pelas águas da chuva.
Muitos de nós passamos por esse vale, alguns poucas vezes, outros muitas; alguns até vivem em Baca, porém; assim como nós passamos por ele, ele também se ira de nós.
Alguns necessitam de muito esforço para cavar poços e sobreviver, outros, nem tanto, desfrutarão em Baca do esforço que outros fizeram; estes, encontram os poços já cavados e cheios pela água da chuva. Em Baca também há poços cavados e vazios que se enchem de lágrimas, mas,nas lágrimas existem bálsamo que trazem conforto e também alegria: 

"Os que semeiam em lágrimas segarão com alegria"Sl126:5.

Apesar da aridez de Baca ele pode se tornar uma fonte onde nos tornamos mais sábios, fortes, resistentes e confiantes. Aprendo que em Baca recebo sustento para alcançar Sião e que Sião representa todo e qualquer lugar onde se deseja chegar para receber vitória.
Caso você esteja passando pelo Vale de Baca continue firme confiando em Deus logo vai passar pois o vale não é para sempre.

domingo, 27 de setembro de 2015

SAMUEL TINHA TUDO PARA DAR ERRADO.



Quando estudamos acerca da história de Samuel, notamos claramente que a presença de Deus em nós, realmente faz a diferença. 

Lemos em 1º Samuel que o jovem Samuel viveu situações complicadas em sua adolescência, viu e ouviu coisas que poderiam de fato motivá-lo a viver uma vida que desagradasse a Deus, todavia, não foi desse jeito, vejamos:


Aproximadamente aos três anos de idade, após desmamar, Samuel foi oferecido como oferta à casa de Deus, sofrendo assim, uma forte ruptura do afeto e do carinho materno que tinha desde o nascimento. “Porém Ana não subiu; mas disse a seu marido: Quando o menino for desmamado, então o levarei, para que apareça perante o Senhor, e lá fique para sempre. E Elcana, seu marido, lhe disse: Faze o que bem te parecer aos teus olhos; fica até que o desmames; então somente confirme o Senhor a sua palavra. 

Assim ficou a mulher, e deu leite a seu filho, até que o desmamou. E, havendo-o desmamado, tomou-o consigo, com três bezerros, e um efa de farinha, e um odre de vinho, e levou-o à casa do Senhor, em Siló, e era o menino ainda muito criança.

E degolaram um bezerro, e trouxeram o menino a Eli. E disse ela: Ah, meu senhor, viva a tua alma, meu senhor; eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo, para orar ao SENHOR. Por este menino orava eu; e o Senhor atendeu à minha petição, que eu lhe tinha feito.

Por isso também ao Senhor eu o entreguei, por todos os dias que viver, pois ao Senhor foi pedido. E adorou ali ao Senhor.” 1 Samuel 1:22-28.

Samuel cresceu no templo servindo a Deus junto ao sacerdote Eli, vendo o proceder dos seus dois filhos, Hofni e Finéias, jovens esses, que apesar do sacerdócio que exerciam, viviam uma vida desregrada e desagradavam constantemente a Deus, a bíblia os cita como filhos do diabo; é bem verdade que tal aproximação diária com os filhos de Eli, poderia certamente influenciar o jovem Samuel. “Eram, porém, os filhos de Eli filhos de Belial; não conheciam ao Senhor.” 1 Samuel 2:12

O texto em 1º Samuel, capitulo 2 e versículo 19 diz que Samuel só via a sua família de ano em ano quando os mesmos iam ao Templo para oferecer o sacrifício anual; imagina ver a sua família de ano em ano? Isso me parece ser uma pressão psicológica forte na cabeça de um adolescente. “E sua mãe lhe fazia uma túnica pequena, e de ano em ano lha trazia, quando com seu marido subia para oferecer o sacrifício anual.” 1 Samuel 2:19

Samuel observava o proceder do seu mentor Eli diante de seus filhos endemoninhados, não era duro, não era firme, consequentemente, Deus já não o usava como antes, todavia, Samuel continuava servindo a Deus e respeitando a Eli. “E o jovem Samuel servia ao SENHOR perante Eli; e a palavra do SENHOR era de muita valia naqueles dias; não havia visão manifesta.” 1 Samuel 3:1

Moral da história, quando o nosso compromisso é com Deus, nada e nem ninguém pode nos afastar dos caminhos do Senhor, busque ser um nascido de Deus, busque estar firme todos os dias de sua vida!

Colaborou: Banda JovemRio

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Quando já não sabemos mais o rumo, descobriremos que a ESPERANÇA é a ÂCORA da alma.

Um escritor inglês, do século passado, conta em uma de suas obras que na praia perto de sua casa, uma coisa muito interessante podia ser vista com freqüência: um navio lançando a sua âncora no mar enfurecido. 
Dificilmente existe uma coisa mais interessante ou sugestiva do que essa. Parece estar sob o poder e à mercê delas. O navio dança sobre as ondas. O vento e a água se combinam para fazer do navio o seu brinquedo. Parece que vai haver destruição; pois se o casco do navio for lançado sobre as rochas, será despedaçado. Mas observamos que o navio mantém a sua posição. Embora à primeira vista parecesse um brinquedinho desamparado à mercê dos elementos, o navio não é vencido. Qual é o segredo da segurança deste navio? Como pode resistir às forças da natureza com tanta tranqüilidade? A corda à qual ele está amarrado não depende das águas, nem de qualquer outra coisa que flutue dentro delas. Ela as atravessa e está fixada no fundo sólido do mar. Existe segurança para o navio no meio da tempestade porque ele está ancorado! Não importa quão forte o vento sopre ou quão altas sejam as ondas do mar... A sua segurança depende da âncora que está imóvel no fundo do oceano. Muitas vezes nos sentimos no meio de uma tormenta, sendo jogados pelas ondas da vida para cima e para baixo e açoitados pelo vento da adversidade. Parece-nos, às vezes, que não conseguiremos sobreviver a determinados períodos de nossas vidas. Sem uma vida espiritual, a nossa vida é como um navio sacudido pelo mar enraivecido das circunstâncias incontroláveis da vida. Mas, confiando em Deus, experimentamos sua presença e amor como âncora da nossa vida. Nos sentimos encorajados e esperançosos. Essa esperança mantém segura e firme a nossa vida, assim como a âncora mantém seguro o barco.

A qual temos Cristo como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até ao interior do véu,

terça-feira, 23 de junho de 2015

NAQUELE DIA O SILENCIO FOI MINHA MELHOR COMPANHIA.

A pergunta que quero fazer é uma pergunta que eu sempre faço para os meus amigos. Não sei por que também mas, pode ter certeza, se eu andar muito com você, e algum momento vou te fazer essa pergunta também: 
Qual é o seu sonho ?
É tão animal aquele breve silêncio que fica entre o ouvir a pergunta e a resposta. Parece que alguma coisa desperta na pessoa. Parece que ela se lembra daquilo que ela mesma se esqueceu, perdido na correria dos compromissos, mas de alguma forma, naquele instante, a esperança de realizar aquele sonho volta. E me sinto muito privilegiado de ter ouvido tantos sonhos já, porque são coisas muito particulares. Alguns são tão simples e já pude até me dispor a ajudar.
Eu não vou dizer ‘corra atrás dos seus sonhos’, porque enquanto eu corria atrás do meu, eu só quebrei a cara. Precisei ouvir muitos nãos, sacrificar muitos sonho mas, Deus me devolveu como um Isaque, agora como um sonho Dele. Talvez esse post te fez lembrar do seu sonho e só isso já me deixa feliz. Volte a orar por ele, a pedir a Deus direção e confirmação, pois vem Dele tanto o querer, quanto o realizar.
Porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. 

FILIPENSES 2.13